As novas regras da língua portuguesa entram em vigor ainda esse ano.
As mudanças, que devem mexer em 2% do vocabulário brasileiro, são:
- fim do trema: não mais existirá, exceto em nomes próprios.
Adeus lingüiça, cinqüenta, pingüim…
- não se usará mais hífen, quando: 1. a segunda palavra começar com s ou r, devendo estas consoantes ser duplicadas. Anti-semita será antissemita, contra-regra passará a ser contrarregra… Exceções: prefixos que terminam com r: hiper, inter, super. 2. o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente. Autoestrada, extraescolar…
- não haverá mais acento diferencial para diferenciar: “pára” de “para”, “pêra” de “péra e “pera”, “pêlo” de “pelo” e “pélo”, “pólo” de “polo” e “péla” de “pela”.
- o alfabeto passará a ter 26 letras, incorporando as letras “K”, “W” e “Y” (tire a do meio e se divirta)
- não se usará mais acento circunflexo (o chapeuzinho) em creem, deem, leem e veem, nem em palavras terminadas em “oo”: enjoo, voo…
- acento agudo em ditongos abert…
Ah, chega, né? Tem mais regra, mas não entendi porra nenhuma
Isso tudo foi pra mostrar que brasileiro só toma no cu (que, por mais que insistam, nunca teve acento).
MAIS sobre o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que busca unificar a maneira de escrever entre os países-irmãos Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste que passaram, enfim, a ter uma única forma de escrever.
*Colabora: CELSO DOSSI

Trema de medo 




